Importância da mentoria no processo de transição profissional 

A Labora Tech, trouxe também dois embaixadores da Liga Labora — iniciativa formada por empresas e executivos líderes que tem como objetivo acelerar a jornada de inclusão e diversidade geracional no mercado — para um painel sobre o poder da inclusão geracional nas empresas. 

O painel teve a mediação comandada por uma das embaixadoras da Liga Labora, Mirella Domenich, e participação da executiva sênior de RH na GE, Ana Lucia Caltabiano, e do diretor de RH da Sanofi, Pedro Pittella.

O assunto abordado foi o  poder da inclusão geracional na competitividade, inovação e destaque das empresas, com a apresentação de cases reais da inclusão geracional como alavanca nos resultados de grandes empresas.

 

Ana Lucia comentou sobre as mentorias coletivas que são oferecidas pela da Liga Labora, no formato virtual, com o objetivo de ajudar profissionais 50+ na transição de carreiras profissionais.

Não é incomum as pessoas se sentirem um pouco perdidas em relação ao futuro profissional. O objetivo, portanto, das mentoras é ajudar a elaborar esse processo de transição, com metodologia e com as ferramentas que nos fortalecem. A procura tem sido intensa, com mais de 100 pessoas por mentoria”.

 

 

Pittella avaliou que as empresas precisam estar atentas para a realidade atual de inversão da pirâmide demográfica, com predominância da população. 

“Os grandes talentos vão estar na faixa dos 50+, portanto, incluir esse público no pipeline de contratações é pensar no futuro e na sustentabilidade da empresa”, disse Pittella, que ainda acrescentou: “Para os RH’s das empresas minha dica é: não percam o bonde da história. Quem não olhar para o público 50+ vai ficar fora do jogo na busca por talentos. Prestar atenção neste público é mandatório para as empresas”, finalizou.

 

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